A honra de sermos filhos de Deus

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Pe Fabricio - 19/03/2010 - código CD 25. 06706 DVD 26. 06706

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Pe Fabricio


Local: Auditório São Paulo / Cachoeira Paulista.


Horário: 16:00 Hs. / Aprofundamento de Cura interior


Cura interior é conformar a nossa vida à vontade do Pai, por isso, na sexta-feira, nos abandonamos à vontade d'Ele. Basta entender, ler e ouvir? Não. É preciso conformar-se. Mas vemos muitas pessoas deformadas, se auto-flagelando para ser muitas coisas. A liturgia, hoje, nos faz a proposta de acolhermos Deus como Pai.


Conteudo da Pregação


Nós nascemos sabendo ser filhos, mas crescemos, amadurecemos e nos esquecemos disso. Isso não é de hoje, mas também do povo de aliança, que foi escolhido por um Deus que é Pai. Deus nos adotou e estabeleceu conosco uma aliança que vem do coração d'Ele. É como se a paternidade do Senhor estivesse em nosso DNA. No entanto, parece que fazemos questão de nos esquecer de que somos filhos de Deus. É um dom ser filho de Deus, e não temos o direito de deformar este dom.

É por causa de José que Jesus pôde dizer que é Filho de Davi. Naquele tempo, a cabeça de José e Maria já estava estruturada para o casamento de acordo com os costumes daquele povo. No entanto, assim como no roteiro da vida que escolhemos houve um “mas”, José, que era marido de Maria também viu sua vida transformada. Mas ele é apresentado como justo. José é aquele que escolheu ajustar-se à vontade do Pai.

No céu só há justos; não justiceiros que fazem justiça com as próprias mãos. Enquanto José pensava no que fazer quando soube da gravidez de Maria, um anjo apareceu a ele e disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo” (Mateus 1,20). Quem colocou na cabeça de José que ele era pai de Jesus? Naquela época, era tradição que o nome do filho fosse dado pelo pai, pois era este quem comunicava a descendência de seu filho

José entendeu que o convite de Deus era para ele ser pai. O mais lindo é que este homem, cuja vida foi toda bagunçada – porque ia se casar –, dá a resposta de um homem curado, um homem profundamente humano, mas com o anseio de amar com o amor de entranhas.

Deus escolheu muitos homens e os fez fecundos na geração de santos. Profundamente homens, podemos ser fecundos pela forma justa como vivemos, como modelo de São José.

Quando acordou do sonho que teve com o anjo, José fez o que o anjo havia lhe mandado. E o Evangelho nos mostra duas definições sobre quem é José: “O homem justo, porque faz a vontade do Pai”; e “ José é um homem conforme a vontade de Deus ”. Ele se esforçou para se conformar com a vontade divina.

Cura interior é conformar a nossa vida à vontade do Pai, por isso, na sexta-feira, nos abandonamos à vontade d'Ele. Basta entender, ler e ouvir? Não. É preciso conformar-se. Mas vemos muitas pessoas deformadas, se auto-flagelando para ser muitas coisas. A liturgia, hoje, nos faz a proposta de acolhermos Deus como Pai.

O que precisa ser mais vivo em nós? É a realidade de que somos filhos de Deus


Detalhes


  • Palavra 1º Leitura 2 Samuel 7, 4-5a 12-14a 16. 2º leitura Romanos 4,13, 16-18,22 Salmo 88 Evangelho Mateus 1, 16,18 – 21, 24a
  • Nós nascemos sabendo ser filhos, mas crescemos, amadurecemos e nos esquecemos disso. Isso não é de hoje, mas também do povo de aliança, que foi escolhido por um Deus que é Pai.
  • Deus nos adotou e estabeleceu conosco uma aliança que vem do coração d'Ele. É como se a paternidade do Senhor estivesse em nosso DNA.
  • No entanto, parece que fazemos questão de nos esquecer de que somos filhos de Deus. É um dom ser filho de Deus, e não temos o direito de deformar este dom.
  • No céu só há justos; não justiceiros que fazem justiça com as próprias mãos. Enquanto José pensava no que fazer quando soube da gravidez de Maria, um anjo apareceu a ele e disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo”
  • O que precisa ser mais vivo em nós? É a realidade de que somos filhos de Deus