Missão de Campinas

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O 14ª Congresso Eucarístico Nacional, que aconteceu em Campinas, em 2001, e o convite do Bispo Dom Gilberto, foram os grandes incentivadores á trazer para essa região a Comunidade Canção Nova. De inicio, a missão se instalou na cidade de Paulínia com a Rádio, onde a mesma esta ainda atualmente, e a casa dos primeiros missionários. Cerca de 11 consagrados do núcleo de vida trabalhavam no local, hoje, a missão conta com 12 do núcleo de vida e 7 de aliança, entre casais e solteiros.


O trabalho foi crescendo e, em 2005, nasceu a necessidade de abrir uma Casa de Evangelização na cidade de Campinas, com local para eventos, clube do ouvinte, livraria, entre outros. No decorrer desse tempo, houve grandes avanços na missão, sendo os principais: a liberação do alvará de licença para funcionamento da casa 24 horas por dia e o aumento na segurança do transmissor, que recebeu uma cerca.


Além dos trabalhos de evangelização nos eventos e com os produtos Canção Nova, a missão ainda adquiriu a administração do Centro Promocional Nossa Senhora da Visitação, na qual atende mais de 200 crianças e idosos. A especialidade da casa, atualmente, são os eventos, retiros, cursos de formação e atendimento de oração. Além da rádio, do blog e dos shows. Graças as iniciativas da comunidade e dos amigos e voluntários, a missão se mantém sozinha.


Os missionários procuram ter afinidade com a formação que a sede da Comunidade, em Cachoeira Paulista (SP), oferece por meio do formador geral e o responsável de missão e também por e-mails, CDS e DVDs. A maior alegria da missão no momento é ver o trabalho evangelizador na cidade, que a cada dia cresce. Além, da luta para conseguir um espaço próprio e maior para os eventos e a abertura oficial do Davi (Departamento de Audiovisuais) na cidade, que já esta em andamento.


“Ser Canção Nova é bom demais porque somos acolhidos e amados pelo povo, aqueles que mantem a missão: o sócio, o amigo, o benfeitor. Cada dia tocamos na experiência de viver da providência. Os frutos colhidos já são muitos e estamos ainda em tempos de colheita”, testemunha o missionário Adaílton.


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