Pessoas que marcaram a CN nos 30 anos

De Wiki Canção Nova
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Ao lado dos co-fundadores, Luzia Santiago e Wellington Silva Jardim (Eto), - além de centenas de outros membros consagrados - monsenhor Jonas conduz a missão de evangelização da Canção Nova com a mesma alegria, vigor e clarividência espiritual de 30 anos atrás. Mais do que sonhos, o sacerdote construiu e compartilhou, juntamente com pessoas que marcaram a história da Comunidade, valores espirituais, alegrias, desafios e realizações – e o faz ainda hoje de modo incansável e vibrante.


Confira a lista - elaborada pelo monsenhor Jonas Abib, Luzia Santiago, Vera Lúcia Reis (vice-diretora da Associação Pública de Fiéis) e padre Wagner Ferreira (membro da comunidade em Roma) - com os nomes que marcaram a Canção Nova:


Monsenhor Jonas Abib

Com seu testemunho de fé, ousadia, perseverança, garra e disponibilidade a Deus, monsenhor Jonas passou por grandes tribulações, mas não desistiu de sua missão: evangelizar. Fundou a Comunidade Canção Nova com a ajuda da Divina Providência e de fiéis companheiros e benfeitores, mostrando todos os dias para milhares de pessoas que o Senhor é o Rei, que com Ele tudo é possível porque nós acreditamos em milagres.


Wellington Silva Jardim (Eto)

Enquanto monsenhor Jonas é o “sonhador” desta obra de Deus, que é a Canção Nova, Eto é quem realiza as tarefas. Mesmo com temor, ele não pára, vencendo as resistências até conquistar o almejado. “Eu [monsenhor Jonas] sou o sacerdote; ele [Eto] é o governador. Se tenho o dom da fundação, se sou o formador, ele é quem administra, quem governa. Poderia dizer que se dirijo a alma, ele dirige o corpo da Canção Nova”, relata monsenhor Jonas referindo-se ao amigo e companheiro de missão Eto.


Luzia Santiago

Foi ela a primeira a dar seu “sim” [e a permanecer] ao monsenhor Jonas e a acreditar no que Deus havia guardado para essa missão. Luzia tem sido a “mãe” da comunidade desde o começo. Quando aparece algum projeto e ela o aprova é porque vai dar certo; mas se diz “não” é porque percebe Deus afirmando que não é esse o desejo d’Ele. “Eu fico admiradíssimo com o discernimento que o Senhor dá para Luzia”, destaca o fundador da Comunidade Canção Nova.


Lurdinha, Elzinha, Fatinha e Maria Helena

Depois de Luzia Santiago, elas foram umas das primeiras jovens a dizer “sim” ao padre Jonas e a aceitar viver em sadia convivência a serviço do Senhor. Mesmo depois de décadas, continuam firmes e perseverantes no chamado. Hoje, Elzinha e Maria Helena estão na sede da comunidade, em Cachoeira Paulista (SP); Fatinha na Casa de Missão em São Paulo; e Lurdinha na Terra Santa.


João Luiz, Isabel Guatura e Eliana Sá

Passaram pela grande tribulação dos primórdios da Canção Nova com fé e perseverança. Mesmo diante de tantas dificuldades, não desistiram de lutar pela Palavra de Deus e hoje continuam evangelizando, cada qual com o seu dom.


Izabel Cortês

Também foi uma das primeiras a entrar para a comunidade do visionário monsenhor Jonas Abib. “Bel”, como é conhecida internamente pelos membros da comunidade, faleceu em missão na cidade de São Gonçalo dos Campos (BA), em 1991.


Diácono Nelsinho Corrêa

Ele conheceu monsenhor Jonas, em 1975, num encontro de jovens na cidade de Queluz (SP), mantendo-se unidos desde então, aceitou a missão de viver em comunidade em 1984. Mesmo com o desafio de abandonar família, amigos, trabalho e casa para servir ao Senhor, não relutou e hoje é uma das principais figuras dessa obra católica. Sua vocação é evangelizar com a Palavra e com a música.


Dom Cipriano Chagas

Dom Cipriano foi um grande impulsionador do carisma Canção Nova. Ele doou um gravador de rolo ao padre Jonas, em 1979, para que os programas criados pelos missionários da Comunidade Canção Nova fossem gravados e enviados às rádios locais. Além disso, o prelado também incentivou a compra da tão sonhada Rádio Canção Nova, que se tornou realidade em 1980, dando origem ao Sistema CN de Comunicação.


Dom Antônio Afonso de Miranda

Foi a partir dos artigos 44 e 45 da Exortação Apostólica “Evangelii Nuntiandi” (Evangelização do Mundo Contemporâneo) que Dom Antônio Afonso de Miranda, bispo da diocese de Lorena (SP) na época, pediu que monsenhor Jonas desse início a um trabalho de evangelização por meio da mídia. Homem de visão, que é, viu no fundador da Comunidade Canção Nova dons extraordinários para a comunicação.


Dom João Hipólito de Moraes

O Centro de Evangelização Dom João Hipólito de Moraes tem esse nome em homenagem a ele por todo o apoio oferecido. O espaço tem capacidade para 80 mil pessoas. O prelado morreu no dia 6 de novembro de 2004. Seu falecimento foi o selo de Deus para dizer que a Comunidade Canção Nova se tornou o que é porque ele a acolheu desde o seu nascimento e a acompanhou durante 27 anos. “Hoje, ele é nosso bispo no Céu, advogando a nossa causa”, explica monsenhor Jonas.


Dom Alberto Taveira

Ele acreditou no carisma Canção Nova e aceitou o desafio de ordenar os sacerdotes da Comunidade. O prelado é o primeiro arcebispo de Palmas (TO). Também é vice-presidente do Conselho Administrativo da Fundação Populorum Progressio [organismo criado pelo saudoso Papa João Paulo II para ajudar a Igreja na América Latina], e foi indicado bispo assistente nacional para a Renovação Carismática Católica, permanecendo até 2000 no cargo.


Dom José Palmeira Lessa

A Missão Canção Nova de Aracaju teve início com a compra da estação geradora de televisão em agosto de 1997, a pedido de Dom José Palmeira Lessa, arcebispo da arquidiocese da cidade. A estação pertencia ao Sistema Jornal de Comunicação, que retransmitia a programação da Rede Bandeirantes de São Paulo. Dom Lessa participou de toda a negociação juntamente com monsenhor Jonas Abib. Foi uma grande graça para a Canção Nova e toda a Igreja Católica.


Dom Benedito Beni dos Santos

Bispo da Diocese de Lorena (SP) e membro da Comissão Episcopal de Doutrina da Fé da CNBB, o prelado acredita que a Renovação Carismática Católica (RCC) é uma escola de oração que sustenta a vida e a missão da Igreja. “A Canção Nova é um novo púlpito que transmite a verdade do Evangelho para o Brasil e para além de nossas fronteiras", destaca.


Dom Eduardo Bennes

Arcebispo de Sorocaba (SP), Dom Eduardo Bennes se tornou um grande amigo da Canção Nova quando era bispo da Diocese de Lorena (SP). O prelado foi ordenado no mesmo ano em que o padre Jonas, em 1964. “Temos quarenta anos de sacerdócio. Eu me alegro muito por ver florescer essa obra admirável que é a Canção Nova, que tanto bem faz por este Brasil afora”, comemora.


Padre Léo

Sacerdote dehoniano do Sagrado Coração de Jesus e fundador da Comunidade Bethânia [centro de recuperação para toxicodependentes], Padre Léo deixou sua marca impressa na Canção Nova e na alma de milhões de pessoas, não só no Brasil, mas por onde ele passou pregando com criatividade, coragem e desassombro a Palavra de Deus. O sacerdote faleceu, vítima de câncer, no dia 4 de janeiro de 2007.


Filipe Jardim

Filho de Wellington Silva Jardim (Eto), Filipe trabalha a serviço do Senhor na Canção Nova desde os 9 anos de idade. “Eu vi esse menino sendo formado por Deus e hoje ele é o braço direito do seu pai. O Senhor investiu muito nele, graças a Deus”, afirma monsenhor Jonas.


Ver também


Referências

  • Revista Canção Nova, Ano VII - nº 86/ Fevereiro de 2008
  • ABIB, Jonas. Canção Nova, uma obra de Deus - Nossa história, identidade e missão. Editora Canção Nova, São Pualo, 1999.
  • Portal cancaonova.com