Mudanças entre as edições de "Apostasia"

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'''APOSTASIA'''
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'''Arca da Aliança'''
  
* '''Feridas na unidade da Igreja e apostasia'''
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'''Oração do povo de Deus e a Arca da Aliança:'''
  
'''§817''' Na realidade, "nesta una e única Igreja de Deus, já desde os primórdios, surgiram algumas cisões, que o Apóstolo censura com vigor como condenáveis. Dissensões mais amplas nasceram nos séculos posteriores. Comunidades não pequenas separaram-se da plena comunhão com a Igreja católica, por vezes não sem culpa de homens de ambas as partes". As rupturas que ferem a unidade do Corpo de Cristo (distinguem-se a heresia, a apostasia e o cisma) não acontecem sem os pecados dos homens:
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'''§2578'''
  
"''Ubi peccata sunt, ibi multitudo, ibi schismata, ibi haereses, ibi discussiones. Ubi autem virtus, ibi singularitas, ibi unio, ex quo omnium credentium erat cor unum et anima una''. - Onde estão os pecados, aí está a multiplicidade (das crenças), o cisma, aí as heresias, aí as controvérsias. Onde, porém, está a virtude, aí está a unidade, aí a comunhão, em força disso, os crentes eram um só coração e uma só alma."
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A oração do povo de Deus vai expandir-se à sombra da morada de Deus: a arca da aliança e, mais tarde, do Templo. São, em primeiro lugar os condutores do povo – os pastores e os profetas – que o ensinarão a orar. O pequeno Samuel teve de aprender de Ana, sua mãe, o modo como devia “comportar-se na presença do Senhor”, e do sacerdote Eli, como devia escutar a sua Palavra: “Fala, Senhor, que o vosso servo escuta” (1 Sm 3, 9-10). Mais tarde, também ele conhecerá o peso e o preço da intercessão: “Longe de mim também este pecado contra o Senhor: deixar de rogar por vós! Eu vos mostrarei sempre o caminho bom e reto” (1 Sm 12, 23).
  
* '''Moisés e a apostasia de seu povo'''
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'''§2594'''
  
'''§2577''' Dessa intimidade com o Deus fiel, lento para a cólera e cheio de amor, Moisés tirou a força e a tenacidade de sua intercessão. Não ora por si, mas pelo povo que Deus adquiriu. Já durante o combate com os amalecitas, ou para obter a cura de Míriam, Moisés intercede. Mas é sobretudo depois da apostasia do povo que "ele se posta na brecha", diante de Deus (Sl 106,23), para salvar o povo. Os argumentos de si oração (a intercessão também é um combate misterioso) inspirarão a audácia dos grandes orantes do povo judeu e da Igreja: Deus é amor, por isso é justo e fiel; não se pode contradizer, deve lembrar-se de suas ações maravilhosas, sua Glória está em jogo, não pode abandonar o povo que traz seu nome.
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A oração do povo de Deus expande-se à sombra da morada de Deus, a arca da aliança e o templo, sob a guia dos pastores, nomeadamente do rei David e dos profetas.
  
* '''Provação final da Igreja e apostasia'''
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'''Símbolo da Salvação:'''
  
'''§675''' Antes do advento de Cristo, a Igreja deve passar por uma provação final que abalar a fé de muitos crentes. A perseguição que acompanha a peregrinação dela na terra" desvendará o "mistério de iniquidade" sob a forma de uma impostura religiosa que há de trazer aos homens uma solução aparente a seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A impostura religiosa suprema é a do Anticristo, isto é, a de um pseudo-messianismo em que o homem glorifica a si mesmo em lugar de Deus e de seu Messias que veio na carne.
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'''§2130'''
  
* '''Significação da apostasia'''
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No entanto, já no Antigo Testamento Deus ordenou ou permitiu a instituição de imagens, que conduziriam simbolicamente à salvação pelo Verbo encarnado: por exemplo, a serpente de bronze, a arca da Aliança e os querubins.
  
'''§2089''' A incredulidade é a negligência da verdade revelada ou a recusa voluntária de lhe dar o próprio assentimento. "Chama-se heresia a negação pertinaz, após a recepção do Batismo, de qualquer verdade que se deve crer com fé divina e católica, ou a dúvida pertinaz a respeito dessa verdade; apostasia, o repúdio total da fé cristã; cisma, a recusa de sujeição ao Sumo Pontífice ou da comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos."
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'''Tábuas do testamento e a Arca da Aliança:'''
  
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'''§2058'''
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As “dez palavras” resumem e proclamam a lei de Deus: “Estas palavras dirigiu-as o Senhor a toda a vossa assembleia sobre a montanha, do meio do fogo, da nuvem e das trevas, com voz forte, sem acrescentar mais nada: escreveu-as em duas tábuas de pedra e entregou a mim” (Dt 5, 22). Por isso é que estas duas tábuas são chamadas “o testemunho” (Ex 25, 16). De fato, elas contêm as cláusulas da aliança concluída entre Deus e o seu povo. Estas “tábuas do testemunho”(Ex 31, 18; 32, 15; 34, 19) devem ser depositadas na “arca”(Ex 25, 16: 40, 12).
  
== Referência ==
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Fonte: Catecismo da Igreja Católica
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Fonte:Catecismo da Igreja Católica.Site:'''http://catecismo-az.tripod.com/conteudo/a-z/a/adoracao.html'''

Edição das 15h29min de 14 de março de 2013

Arca da Aliança

Oração do povo de Deus e a Arca da Aliança:

§2578

A oração do povo de Deus vai expandir-se à sombra da morada de Deus: a arca da aliança e, mais tarde, do Templo. São, em primeiro lugar os condutores do povo – os pastores e os profetas – que o ensinarão a orar. O pequeno Samuel teve de aprender de Ana, sua mãe, o modo como devia “comportar-se na presença do Senhor”, e do sacerdote Eli, como devia escutar a sua Palavra: “Fala, Senhor, que o vosso servo escuta” (1 Sm 3, 9-10). Mais tarde, também ele conhecerá o peso e o preço da intercessão: “Longe de mim também este pecado contra o Senhor: deixar de rogar por vós! Eu vos mostrarei sempre o caminho bom e reto” (1 Sm 12, 23).

§2594

A oração do povo de Deus expande-se à sombra da morada de Deus, a arca da aliança e o templo, sob a guia dos pastores, nomeadamente do rei David e dos profetas.

Símbolo da Salvação:

§2130

No entanto, já no Antigo Testamento Deus ordenou ou permitiu a instituição de imagens, que conduziriam simbolicamente à salvação pelo Verbo encarnado: por exemplo, a serpente de bronze, a arca da Aliança e os querubins.

Tábuas do testamento e a Arca da Aliança:

§2058 As “dez palavras” resumem e proclamam a lei de Deus: “Estas palavras dirigiu-as o Senhor a toda a vossa assembleia sobre a montanha, do meio do fogo, da nuvem e das trevas, com voz forte, sem acrescentar mais nada: escreveu-as em duas tábuas de pedra e entregou a mim” (Dt 5, 22). Por isso é que estas duas tábuas são chamadas “o testemunho” (Ex 25, 16). De fato, elas contêm as cláusulas da aliança concluída entre Deus e o seu povo. Estas “tábuas do testemunho”(Ex 31, 18; 32, 15; 34, 19) devem ser depositadas na “arca”(Ex 25, 16: 40, 12).


Fonte:Catecismo da Igreja Católica.Site:http://catecismo-az.tripod.com/conteudo/a-z/a/adoracao.html