Fraternidade Internacional das Novas Comunidades

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Fruto do Concílio Ecumênico do Vaticano II, na providencial descoberta da dimensão carismática da Igreja e da consciência da intrínseca dimensão institucional e carismática na sua constituição e contínua reedificação, o Santo Padre João Paulo II ressaltou, dentro das várias correntes de graças, o consolidar de uma singular linha de ação dos movimentos eclesiais e das novas comunidades.

Nasce a Fraternidade Internacional das Novas Comunidades em 30 de Novembro de 1990 depois de vários anos de diálogo informal com o Conselho Pontifício para os Leigos.

Dois importantes momentos marcaram a sua inauguração. O primeiro foi um encontro matinal na capela privada do Santo Padre com 38 membros de comunidades católicas carismáticas de todo o mundo. O segundo momento que marcou esta inauguração foi o encontro com o Presidente do Conselho para os Leigos e o Executivo da Fraternidade, onde o Cardeal Pironio apresentou o decreto que reconhece a Fraternidade como Associação Privada de Cristãos fiéis, com direito pontifício e ainda com personalidade jurídica.

A Fraternidade Internacional das Novas Comunidades compõem-se de 34 comunidades-membro, 6 comunidades amigas e 3 associações-membro.

É desejo da Fraternidade Internacional das Novas Comunidades que os seus membros sejam formados de forma a comungarem com a Igreja e seu ardor apostólico. Para isso é seu objetivo:

1) Promover a vida espiritual da Igreja na vida da Fraternidade: leitura orante da Palavra de Deus; participação na Liturgia da Igreja (especialmente sacramental – Eucaristia Reconciliação), e as práticas de devoção popular;

2) Reafirmar o amor pela Igreja Católica;

3) Aumentar o conhecimento da doutrina católica, garantindo uma observância dos seus preceitos e em particular da centralidade dos sacramentos e da devoção à Virgem Maria e aos Santos;

4) Prestar particular atenção aos acontecimentos no mundo católico, refletindo sobre eles;

5) Encorajar a experiência da partilha da vida comunitária com outras comunidades, associações e movimentos da Igreja Católica;

6) Desenvolver iniciativas que visem o trabalho na Evangelização e Renovação da Igreja;

7) Encorajar o uso dos carismas, dons do Espírito Santo, para a renovação e desenvolvimento da Igreja;

8) Encorajar e promover o Ecumenismo (diálogo e atividades ecumênicas).