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Algumas pessoas quando recebem de presente um irmão mais novo se tornam o ‘irmão (a) mais velho (a)… Comigo foi o contrário. Com o nascimento do meu irmão mais novo, Rafael, me tornei a ‘Maninha’ dentro da minha família. Mas esse apelido carinhoso não ficou somente em casa.
 
Algumas pessoas quando recebem de presente um irmão mais novo se tornam o ‘irmão (a) mais velho (a)… Comigo foi o contrário. Com o nascimento do meu irmão mais novo, Rafael, me tornei a ‘Maninha’ dentro da minha família. Mas esse apelido carinhoso não ficou somente em casa.
  
Em 1999 comecei a trabalhar com minha irmã, a Manona - Luciana - no departamento de Informática da Canção Nova no grande desafio que era a Internet na época. A partir deste fato o ‘Maninha’ começou a ‘pegar’ também no trabalho e os amigos mais próximos também começaram a me chamar assim carinhosamente, até hoje.
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Em 1999 comecei a trabalhar com minha irmã, a Manona - Luciana - no departamento de Informática da Canção Nova, atualmente chamado [[Tecnologia da Informação|TI]], no grande desafio que era a [[Internet]] na época. A partir deste fato o ‘Maninha’ começou a ‘pegar’ também no trabalho e os amigos mais próximos começaram a me chamar assim carinhosamente, até hoje.
  
Em 2000, ingressei no pré-noviciado da Comunidade Canção Nova, onde optei pela vida fraterna, e entre irmãos o ‘maninha’ completou seu sentido.
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Em 2000, ingressei no [[pré-noviciado]] da [[Canção Nova]], onde optei pela vida fraterna, e entre irmãos o ‘maninha’ completou seu sentido.
  
 
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Edição das 22h10min de 16 de maio de 2009

"Deus não Demora, Ele capricha"


Blog da Maninha

Meu nome é Lucilene S!lva, Maria - conhecida também como Maninha. Sou missionária da Comunidade Canção Nova desde 2000. Atualmente resido em Cachoeira Paulista (SP). Trabalho no Departamento de Tecnologia da Informação.

Por que Maninha?

Algumas pessoas quando recebem de presente um irmão mais novo se tornam o ‘irmão (a) mais velho (a)… Comigo foi o contrário. Com o nascimento do meu irmão mais novo, Rafael, me tornei a ‘Maninha’ dentro da minha família. Mas esse apelido carinhoso não ficou somente em casa.

Em 1999 comecei a trabalhar com minha irmã, a Manona - Luciana - no departamento de Informática da Canção Nova, atualmente chamado TI, no grande desafio que era a Internet na época. A partir deste fato o ‘Maninha’ começou a ‘pegar’ também no trabalho e os amigos mais próximos começaram a me chamar assim carinhosamente, até hoje.

Em 2000, ingressei no pré-noviciado da Canção Nova, onde optei pela vida fraterna, e entre irmãos o ‘maninha’ completou seu sentido.

Canção Nova em minha vida

A Canção Nova existe em minha vida mesmo antes de eu existir.

Em 1980, no ano em que eu fui concebida, meus pais conheceram o padre Jonas, e daí então nunca mais deixaram de freqüentar a Comunidade Canção Nova. Em maio do ano seguinte eu nasci, na cidade de Estiva, localizada no Sul de Minas.

Aos noves anos de idade, mudamos para Cachoeira Paulista/SP; isso foi em 1991, ano em que meu pai e minha mãe ingressaram na Comunidade Canção Nova.

Em 1998 morei com meu pai, minha mãe e meu irmão mais novo, durante um ano em Gravatá-PE. No ano seguinte, de volta a Cachoeira Paulista, comecei a trabalhar com o Site da Canção Nova na Internet no Departamento de Informática, onde, um ano depois desenvolvemos, minha irmã e eu, a primeira versão do portal cancaonova.com.

Em 2000, ingressei no pré-noviciado da Comunidade Canção Nova. Fiz meu noviciado na cidade de Lavrinhas/SP no ano seguinte e depois fui remanejada para Brasília, onde morei até 2004, ano em que me mudei para Queluz/SP e permaneci nove meses, um tempo de formação intenso e que marcou muito a minha vida!

Em julho de 2005 fui remanejada para Cachoeira Paulista onde fiquei até 2006, quando me mudei para a cidade de São Paulo.

Permaneci na capital até dezembro de 2008, quando voltei para Cachoeira Paulista e resido atualmente.

Um milagre de Deus em minha vida

1pai nildo marco.jpg
No dia 09 de outubro do ano de 2002, quarta feira, sabendo da necessidade de meu pai – Zezinho – ser internado por uma semana no Hospital da Beneficência Portuguesa em São Paulo, e que isso consequentemente teria um custo muito alto para a nossa realidade; pedi orações aos meus irmãos de Comunidade de Brasília, onde morava na época. Falei também com um amigo da comunidade por telefone e pedi que rezasse, não disse o motivo da oração, somente para que rezasse pelo meu pai.

Na sexta feira, dia 11, falei com meu pai por telefone; ele me disse que tinha visitado o Santuário Nacional de Aparecida, e que, uma moça, havia lhe entregue uma rosa enviada por Nossa Senhora e que a Mãe Aparecida iria lhe conceder a graça que meu pai tanto necessitava. Disse ao meu pai que era necessário confiarmos, que Nossa Senhora iria passar a frente no dia dela, dia 12 de outubro, no dia seguinte.

No meu coração, vinha a tona toda minha fraqueza e pequenez, que não conseguia acreditar que tamanha graça iria acontecer… pois havia apenas um dia para Nossa Senhora providenciar um valor alto, que em uma semana ainda não tínhamos conseguido; meu coração estava aflito! A única coisa que podia fazer era suplicar a Maria esta graça. Clamava acreditando no amor misericordioso de Deus, mesmo sem saber como se daria.

No final da tarde do dia 12, fui para a produtora da TV Canção Nova fazer um especial em nosso Portal cancaonova.com, sobre as festividades no Distrito Federal no dia da Padroeira, do Brasil e de Brasília. Como havia bastante coisa a ser feita - fotos, matérias, notícias, orações e ainda desenvolver a página do especial, convidei o mesmo amigo que havia pedido para rezar pelo meu pai, para que me ajudasse.

Fomos buscar um outro rapaz que ficou por conta de tirar fotos da Santa Missa e das comemorações na Esplanada, o deixamos em casa logo depois e voltamos para a produtora para terminar o especial, agora com fotos.

Já era noite, e ainda não havia recebido notícia nenhuma que meu pai havia conseguido a graça tão esperada, estava com o “coração na mão”.

Eu estava desenvolvendo a página, e meu amigo estava buscando na Internet as informações e orações para colocarmos no especial. Foi então que ele acessou o site do Santuário de Aparecida e acendeu uma vela virtual para mim, na intenção do meu pai. Depois disso ele me perguntou mais concretamente, qual era a intenção que eu gostaria que ele rezasse.

Contei à ele toda história da saúde do meu pai, que os médicos não sabiam o que na verdade ele tinha, que ele havia passado o meu aniversário na UTI; contei que agora estava fazendo um tratamento com médicos muito bons em São Paulo e que era necessário que ele ficasse internado no Hospital para confirmarem qual era sua doença, a suspeita era Pakinson, e qual o tratamento precisava ser feito. Falei também, que havia pedido que ele rezasse, pois o custo ficaria muito alto, e que aos meus olhos era impossível conseguir esse valor.

Ele pediu que eu o escutasse um pouquinho. Começou a contar que havia ido para o Dia Mundial da Juventude com o Papa, saudoso João Paulo II, no Canadá e que voltando, tinha planos de fazer um curso de informática, pois trabalha na área. Aconteceram várias coisas, chegou o dia em que encerrava as inscrições e ele acabou não fazendo. Começou a perguntar para Deus então, o por que dele ter o dinheiro do curso, se não era para faze-lo, mesmo sendo bom para sua carreira profissional. Para que Deus queria que ele usasse aquele dinheiro então?

3 nsra aparecida.jpg
Quando eu contei a intenção que eu gostaria que ele rezasse, Deus falou em seu coração, que o dinheiro que ele tinha era para ajudar meu pai.

Ele disse que iria nos doar; era a quantia exata que meu pai precisava para a internação. Chorei muito, e agradecendo a Nossa Senhora Aparecida, logo liguei para meu pai contando que Ela havia nos concedido a graça.

Na segunda feira, contei a esse amigo, que meu pai já estava se preparando para ser internado. Falei também, não havia lhe dito ainda, que na sexta-feira à tarde, Nossa Senhora tinha dito a meu pai que ela iria atender o pedido dele, através daquela rosa que a moça havia lhe entregue no Santuário.

Ele me disse: “você nem vai acreditar, mais na sexta feira de manhã, fui interceder por seu pai na Igreja e levei para Nossa Senhora uma rosa”.

Na sexta de manhã ele levou a “rosa” para Nossa Senhora e à tarde Nossa Senhora a entregou ao meu pai.

Meu pai ficou internado menos tempo previsto, o valor da internação foi menor e ainda o total doado foi suficiente até para comprar os remédios indicados para a então doença de Parkinson diagnosticada.

Hoje, como diz o diácono Nelsinho Corrêa: “Zé Lázaro”, meu pai já ‘ressuscitou’ muitas vezes e graças aos impossíveis de Deus em nossa vida, ele está firme no trabalho de evangelização para a salvação de almas.

"Por que tenho medo… se nada é impossível para Deus"

Acesse o blog do meu pai: blog.cancaonova.com/zezinho

É fiel o Deus que nos chamou!

Nossa Senhora Aparecida… rogou à Deus por nós!

Maninha na Internet