O amor crucifica o que não é amor

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Pe Eliano - 24/10/2010 - código CD 25. 07209 DVD 26. 07209

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Pe Eliano


É preciso ultrapassar esta religiosidade falsa para viver uma religiosidade autentica. Jesus mostra e desconcerta a todos. Porque exatamente aquele que é rejeitado por todos, recebeu o perdão e a benevolência divina e aquele fariseu saiu sem justificação. Porque o que o alegra é a realidade do que ele fez, de suas capacidades, porque é assim que ele se contempla. Mas o publicano recebeu a graça como dom verdadeiro de Deus.


Local: Rincão do Meu Senhor . / Cachoeira Paulista.


Horário: 15:00 Hs. / Kairos Salvista


Conteudo da Pregação


Diante deste evangelho devemos ouvir a voz de Deus e olhar para a nossa vida. No livro do Eclesiástico 21 nos ensina que: “A prece dos humildes atravessa as nuvens ...” E porque? Porque ele é penetrado pela graça divina, então a partir dai a oração rompe as nuvens e chega a presença de Deus

A primeira realidade que deve ser atravessado pela graça divina sou eu mesmo, mas só o quem pequeno é atravessado por esta graça. Agora olhemos para o fariseu, que era um separado, era assim que ele se sentia, e ele faz a sua oração em pé como um forte judeu, braços levantados e olhos para o céu, como mandava a ordem judaica. Mas vamos contemplar o que Jesus faz com esta oração, Ele a desmascara para revelar a sua verdade.

E qual é o objeto do agradecimento deste judeu? Ele agradece por estar livre dos vícios dos outros homens. É um olhar profundamente voltado para si, ele ainda não olhou dentro, para sua verdade. Porque só o pequeno olha para dentro de si. Para isso é preciso rezar e viver como um humilde. Não basta rezar com a aparência de um pequeno é preciso viver como um pequeno.

Além de fazer o que já era exigido, o fariseu, ele faz algo a mais, que supera a tudo e a todos. É uma oração irrepreensível, poderíamos afirmar pela sua aparência que era uma oração perfeita, mas é uma oração de quem está satisfeito consigo mesmo, e não de quem precisa de Deus. É uma oração de acomodação. “Eu faço tudo muito bem, tudo correto. Infelizmente este homem ainda não compreendeu que a justiça que ele queria alcançar, só Deus poderia dar, porque é gratuidade divina, não é do fazer humano

Não entendeu porque traz em si o veneno humano, que o impede de enxergar as coisas do jeito que elas realmente são.

Mas olhemos agora para o cobrador de impostos, encontra-se desnorteado e por isso coloca-se a distância e não consegue rezar junto com o seu companheiro judeu. Mas ele está consciente da sua própria pobreza. Que maravilha nós podermos rezar com a consciência da nossa própria pobreza.

Não é uma pobreza que brota dos lábios, mas brota do ser da pessoa, que brota da alma, sabe que não pode ter o mesmo comportamento dos demais, e por isso bate no peito, e reza com a formula dos pecadores: “Deus tem piedade de mim que sou pecador...” Ele anseia a misericórdia de Deus.

Para desmascarar esta oração farisaica, é preciso perceber as verdadeiras intenções. E Jesus desmascara esta oração, porque ai o homem é o centro e Deus apenas a cobertura do eu máximo que reza. Aqui o relacionamento com Deus não é puro, porque tudo é feito pela exaltação.

A outra face desta oração é o menosprezo do outro, porque ele só sabe dar graças por si mesmo, ele só sabe criar divisões, porque o orgulho não sabe o que é unidade, e não consegue conviver com aquilo que é adverso, porque ele precisa se contrapor para confirmar e dar visibilidade a sua exaltação.

É claro que ele está morrendo pelo seu orgulho, mas ele acha que está muito bem, é como um câncer que ainda não foi descoberto, e está correndo risco, e ali a pessoa continua achando que está bem.

Ele não percebe que está errado, ele luta para que isso governe ainda mais o seu coração. Ele está na verdade enganando-se a si mesmo. Construiu uma mentira que só ela acredita e não aceita a verdade do interior da sua alma. Ele representa muito bem, mas aquilo não faz parte da sua vida.

É preciso ultrapassar esta religiosidade falsa para viver uma religiosidade autentica. Jesus mostra e desconcerta a todos. Porque exatamente aquele que é rejeitado por todos, recebeu o perdão e a benevolência divina e aquele fariseu saiu sem justificação. Porque o que o alegra é a realidade do que ele fez, de suas capacidades, porque é assim que ele se contempla. Mas o publicano recebeu a graça como dom verdadeiro de Deus.

O homem vê a aparência, Deus vê o coração. Por isso é preciso hoje tomar uma decisão clara de crucificar o orgulho no amor, de crucificar o orgulho no Amado, como diz São Paulo estou crucificado com Cristo

É por isso que o orgulhoso traz em si, varias situações que o faz fraquejar e não consegue ser perseverante, e diante dos seus erros não aceita que errou, lança seus erros nos outros, porque não sabe se deixar ajudar.

Custa o orgulhoso aceitar que é preciso esperar, porque ele pensa que pode fazer tudo. O orgulhoso tem a dificuldade em servir, porque reivindica tudo para si, onde ele diz “Eu que fiz” . O orgulho não sabe o que é louvor de Deus, porque só sabe o que é louvar a si mesmo, ele anseia a exclusividade. É na exclusividade que ele se impõe e se coloca diante das pessoas porque quer as atenções todas voltada para si. Como vai brotar dá louvor de Deus?

A oração precisa ser de abandono. Meus irmãos nos precisamos transpor isso, para que o nosso culto seja agradável a Deus. Sem humildade não há o minimo que vai ao encontro do máximo. O que existe é uma oração medíocre. O humilde sempre se avalia. O pequeno deve trazer em sua consciência o reconhecimento do seu nada, estar diante do santo e descobrir-se pecador. É assim, porque só a pequenez e a humildade pode ser penetrado pela gloria de Deus, e assim foi com Maria.

É assim que se tem uma vida de Pentecostes, é assim que se caminha . É necessário que sejamos o minimo que parte para o encontro com Deus que é o máximo porque somente o amor crucifica em nós o que não é amor. A pequenez é o terreno fecundo e aberto que Deus pode fazer o que Ele quiser


Detalhes


  • Animação Ir Priscila (com Salvista)
  • Palavra 1º leitura Eclesiastico 35, 15b – 17. 20-22a, 2º leitura 2 Timoteo 4, 6-8.16-18, Salmo 33, Evangelho Lucas 18, 9-14
  • Além de fazer o que já era exigido, o fariseu, ele faz algo a mais, que supera a tudo e a todos. É uma oração irrepreensível, poderíamos afirmar pela sua aparência que era uma oração perfeita, mas é uma oração de quem está satisfeito consigo mesmo, e não de quem precisa de Deus.
  • É uma oração de acomodação. “Eu faço tudo muito bem, tudo correto. Infelizmente este homem ainda não compreendeu que a justiça que ele queria alcançar, só Deus poderia dar, porque é gratuidade divina, não é do fazer humano
  • Custa o orgulhoso aceitar que é preciso esperar, porque ele pensa que pode fazer tudo.

O orgulhoso tem a dificuldade em servir, porque reivindica tudo para si, onde ele diz “Eu que fiz” .

  • O orgulho não sabe o que é louvor de Deus, porque só sabe o que é louvar a si mesmo, ele anseia a exclusividade.
  • É na exclusividade que ele se impõe e se coloca diante das pessoas porque quer as atenções todas voltada para si. Como vai brotar dá louvor de Deus?
  • O homem vê a aparência, Deus vê o coração. Por isso é preciso hoje tomar uma decisão clara de crucificar o orgulho no amor, de crucificar o orgulho no Amado, como diz São Paulo estou crucificado com Cristo