Perdão um dos principios do Reino

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Pe Fabricio - 12/08/2010 - código CD 25. 07060 DVD 26. 07060

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Pe Fabricio


A todo tempo nos ferimos e somos feridos, porque somos diferentes. Brigas e discussões acontecem a todo momento nas famílias, mas as famílias crescem quando aprendem a perdoar. Só se pode perdoar quem fez algo a você. E um perdão dado de coração é uma semente do céu no seu coração. Se você não perdoar, não será perdoado.


Local: Rincão do meu Senhor / Cachoeira Paulista.


Horário: 16:00 Hs. / Quinta feira de adoração


Conteudo da Pregação


São Mateus nos fala sobre o perdão, e é Pedro quem vai iniciar a conversa ao perguntar: "Senhor, quantas vezes devo perdoar o meu irmão se ele pecar contra mim?" O apóstolo quer saber a quantidade de perdão que deveria dar.

Quantas vezes nós devemos perdoar ao nosso irmão? Quantas vezes devemos tolerar o pecado dos outros contra nós? Com sua pergunta, o apóstolo traz a Jesus a nossa humanidade. Cristo, então, conta a parábola do escravo, que não perdoou seu companheiro. Ele usa dessa narrativa para nos mostrar que o Evangelho não quer nos ensinar a quantidade de perdão que devemos conceder, mas quer nos falar do Reino dos Céus: “Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados”. O Senhor nos pede que prestemos atenção ao rei, porque assim será feito no Céu. Não é uma parábola sobre os empregados, mas sobre o patrão.

A liturgia de hoje quer falar para mim e para você do perdão, mas não só da remissão entre nós. Jesus relaciona o perdão vivido entre mim e você com o vivido entre nós e Deus. O Todo-poderoso vai além e se preocupa com a qualidade do nosso perdão. Ele se preocupa com que a remissão seja dada de coração.

Aqueles que experimentam o perdão se tornam apóstolos da misericórdia, porque fizeram a experiência de ser perdoados. Assim devemos nos preparar para o Reino dos Céus Jesus gastou a vida para nos ensinar como é Seu Reino, e a Palavra de Deus nos diz que se não perdoarmos de coração não vamos ser perdoados. Redimir-se não é se esquecer, mas é justamente por você se lembrar de que foi ofendido, assim é que se renova a sua disposição para dar o perdão.

A todo tempo nos ferimos e somos feridos, porque somos diferentes. Brigas e discussões acontecem a todo momento nas famílias, mas as famílias crescem quando aprendem a perdoar.

Só se pode perdoar quem fez algo a você. E um perdão dado de coração é uma semente do céu no seu coração. Se você não perdoar, não será perdoado.

Quantas pessoas já o ofenderam? Quanto mais pessoas tiverem ofendido você, mais perdão você dará e mais será perdoado por Deus.

Se o sofrimento é real em nossas vidas, Deus já deixou um remédio para cicatrizar as feridas: o perdão. A quem você precisa perdoar? Aquele que não merece o seu perdão.

Madre Teresa de Calcutá dizia que o amor só é verdadeiro quando começa a doer, pois o amor dói. Mas é melhor sofrer a dor de dar o perdão aqui do que sofrer a dor de ser condenado para sempre


Detalhes


  • Palavra 1º leitura Ezequiel 12, 1-12, Salmo 77, Evangelho Mateus 18,21, 19,1
  • Animação Emanuel
  • Quantas vezes nós devemos perdoar ao nosso irmão? Quantas vezes devemos tolerar o pecado dos outros contra nós? Com sua pergunta, o apóstolo traz a Jesus a nossa humanidade. Cristo, então, conta a parábola do escravo, que não perdoou seu companheiro.
  • Ele usa dessa narrativa para nos mostrar que o Evangelho não quer nos ensinar a quantidade de perdão que devemos conceder, mas quer nos falar do Reino dos Céus: “Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados”.
  • O Senhor nos pede que prestemos atenção ao rei, porque assim será feito no Céu. Não é uma parábola sobre os empregados, mas sobre o patrão.
  • Madre Teresa de Calcutá dizia que o amor só é verdadeiro quando começa a doer, pois o amor dói. Mas é melhor sofrer a dor de dar o perdão aqui do que sofrer a dor de ser condenado para sempre